Os preços das casas para arrendar em Portugal voltaram a cair em Junho, prolongando uma tendência de descida que já dura há cinco meses. Ainda assim, pressão mantém-se nas principais cidades.
A diferença entre o município mais caro e o mais acessível para adquirir habitação ultrapassa atualmente os 1,25 milhões de euros, reflectindo um mercado cada vez mais fragmentado, revela o Imovirtual.
A Lisbeyond acaba de lançar Upkeep, um novo serviço de manutenção de imóveis por subscrição que pretende transformar a forma como os proprietários cuidam das suas casas em Portugal.
Segundo o índice de preços do idealista, o valor mediano da habitação para venda fixou-se nos 3.156 euros /m2 em Junho, uma subida de 8,9% face ao mesmo mês de 2025.
A Quinta do Lago e Vale do Lobo são o patamar exclusivo em território algarvio, com 60% das aquisições destinadas a segunda residência e os preços ultrapassam, em alguns casos, os 13 mil euros/m2.
Lisboa continua a ser o distrito mais caro para comprar casa, com um preço médio de 605.524 euros. Apesar de liderarem em valor absoluto, Lisboa e Porto registam uma inversão da tendência de crescimento, revela o Imovirtual.
O BNP Paribas inaugurou o novo EXEO Office Hub, em Lisboa, reforçando a sua presença em Portugal e consolidando o país como um pólo estratégico do grupo bancário francês a nível internacional.
Rui Rocha, director de Real Estate da Hipoges, em entrevista ao Diário Imobiliário, revela que “o futuro do imobiliário passa pela integração, tecnologia e capacidade de execução”.
O relatório 2026 Mid-Year Luxury Outlook®, da Portugal Sotheby's International Realty, identifica a longevidade como uma das principais forças transformadoras do mercado imobiliário de luxo global.
De acordo com uma análise do idealista, 8% dos imóveis anunciados para venda sofreram reduções de preço nos primeiros três meses do ano. Évora, Ponta Delgada e Lisboa entre os mercados com maiores ajustes.